Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal

“Aí não, Negão. Você quer me f*.” Foi assim que, numa reunião de negócios, Matheus Mason Adorno, representante de uma prestadora de serviços se dirigiu ao diretor de tecnologia da Proz Educação, Juliano Pereira dos Santos.Adorno estava ali para implementar um sistema de software contratado pela empresa de Santos e, devido a problemas no serviço, uma videochamada foi feita para discutir valores em outubro do ano passado. Após o episódio — considerado racista por Santos — o contrato entre as empresas, de quase R$ 1 milhão, foi encerrado.

Por encarar que a colocação foi racista, o executivo entrou com um processo na Justiça contra Adorno na última sexta-feira (24), na comarca de Campinas (SP), e contra a Oracle do Brasil Sistemas Ltda. na segunda (27), no Foro Regional de Santo Amaro, na capital paulista. Santos argumenta que a multinacional foi conivente com a postura de Adorno durante e após a reunião.

Com informações de O Globo e UOL