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Em ação protocolada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), o PL pede que o PT e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sejam condenados a pagar multa de R$ 25 mil por propaganda eleitoral antecipada.A sigla afirma que eventos realizados pela CUT (Confederação Única dos Trabalhadores), em comemoração ao Dia do Trabalhador, e uma convenção em que o PSOL formalizou apoio à pré-candidatura do petista à Presidência da República serviram de espaço para um “verdadeiro ato de campanha ilícita”.

Essas são as primeiras iniciativas da sigla.

A defesa de Lula junto ao TSE e a assessoria do PT Nacional afirmaram que irão se manifestar nos autos da ação. “O ex-presidente Lula participou de um ato de 1º de maio, em comemoração ao Dia do Trabalho, não sendo um ato eleitoral”, afirmou a assessoria de Lula.

O partido argumenta que durante o evento realizado no Dia do Trabalhador, a cantora Daniela Mercury, fez “clarividente” pedido de voto, “que transcende muito a mera simpatia ou apoio”. Em outra frente, a Controladoria-Geral do Município e da Promotoria de Defesa do Patrimônio Público do Ministério Público de São Paulo apuram suposta improbidade na contratação do show da cantora com recursos públicos.

Eventualmente, Daniela Mercury abriu mão do cachê de R$ 100 mil que receberia pela apresentação.

Na representação sobre a convenção do PSOL, o PL argumenta que a reunião, além de ser um “evidente ato de propaganda eleitoral” a favor do presidenciável petista, também é caracterizada por “notória propaganda negativa em desfavor” de Bolsonaro.

UOL