Indicado pelas Forças Armadas para atuar no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o general do Exército Heber Garcia Portella cobrou da Corte a adoção de medidas urgentes para prever e divulgar antecipadamente “as consequências para o processo eleitoral, caso seja identificada alguma irregularidade”.A pressão segue a linha das críticas feitas pelo presidente Jair Bolsonaro, que questiona a confiabilidade das urnas eletrônicas e a atuação do TSE durante as eleições.

Como mostrou reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, as Forças Armadas enviaram 88 questionamentos ao TSE sobre supostas fragilidades que, na visão dos militares, podem expor a vulnerabilidade do processo eleitoral. As desconfianças, porém, contradizem o resultado de todas as apurações conduzidas até o momento sobre as eleições.

(RP)