Caso ocorreu em Praia Grande, no litoral paulista, e foi registrado como ato infracional análogo a tentativa de homicídio. Adolescente atingida pelos golpes passa bem.

Uma adolescente de 13 anos foi apreendida por suspeita de tentativa de homicídio em Praia Grande, no litoral de São Paulo. Conforme apurado pelo G1 nesta terça-feira (17), ela teria esfaqueado outra estudante, de 14, no peito e no pescoço no último sábado (14).
Imagens filmadas pelo irmão da vítima, um garoto de 6 anos de idade, mostram o exato momento em que ocorreram as agressões (veja acima). O menino realizou a gravação com a intenção de enviar para a mãe. A família da menina apreendida não quis se manifestar sobre o caso. A vítima foi socorrida e passa bem.


O caso ocorreu dentro de um condomínio na Rua El Salvador, por volta das 13h, no bairro Guilhermina. De acordo com a comerciante Jeniffer Barreto Cason Galdino, de 33 anos, a suspeita não é amiga da filha dela, mas foi até a residência acompanhada de uma amiga da adolescente.


Pouco tempo após a chegada das duas, teria se iniciado uma discussão entre a vítima e a menina suspeita. No entanto, ninguém sabe a motivação da briga, conforme informou Jeniffer.


"Não sei. A minha filha não fala, a menina também não falou. Elas começaram a discutir, mas parece que a menina já foi na intenção, porque ela entrou na minha casa e já veio com a faca na blusa", explica a mãe da vítima.


O momento da briga
Nas imagens cedidas ao G1, é possível ver o momento em que a adolescente parte para cima da filha de Jeniffer com a faca em punho. O vídeo mostra quando a vítima leva duas facadas, sendo uma na altura do peito e outra no pescoço.


Assim que é atingida pelos dois golpes, a estudante derruba a adolescente e a desarma. Em seguida, a menina que iniciou a agressão consegue dominar novamente a vítima e a agride com vários socos.


As imagens foram feitas pelo irmão da vítima, de 6 anos, porque ele percebeu que algo aconteceria e decidiu gravar para enviar à mãe.


"Elas entraram e trancaram o portão. Meu filho não tinha como sair e gravou para me mandar", afirma Jeniffer, que estava trabalhando no momento em que ocorreram as agressões.


Fonte: G1
Foto: G1