22/05/2021 14h30
Foto: Sérgio Lima/Poder360

O ministro Marcelo Queiroga afirmou nesta sexta-feira (21) que não espera neste momento a chegada de uma 3ª onda de covid-19 no país.“Sempre se questiona sobre uma 3ª onda. Estamos numa pandemia, já tivemos a 1ª onda, estamos reduzindo os óbitos nesta 2ª onda, e todos temos que estar vigilantes a uma possível 3ª onda, mas não estamos vislumbrando isso nesse momento. E a maneira adequada de ser evitar a terceira onda é avançar na campanha de vacinação, e é isso que estamos fazendo”, declarou.

O médico disse, porém, que alguns Estados já estão observando alta na pressão sob o sistema de saúde e que o ministério está se preparando para oferecer os suprimentos necessários.

“Alguns Estados e municípios já identificaram uma pressão sobre o sistema de saúde. […] Oxigênio também é algo que sempre preocupa. A White Martins importou 14 carretas, e isso vai fortalecer a distribuição desse insumo estratégico caso haja nova pressão sobre sistema de saúde do Brasil”, afirmou.

O ministro também afirmou que o aval da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) a novas vacinas deve auxiliar no avanço da imunização. “A Covaxin também pediu, no passado, o registro da vacina, e é possível que a Anvisa se manifesta acerca da Covaxin e assim teríamos o reforço de 20 milhões de doses contratadas”, pontuou.

Queiroga também comentou a identificação de pessoas infectadas pela cepa de origem indiana no Maranhão. “Ontem [5ª feira] falei logo cedo com o senhor Carlos Lula, secretário de Saúde do Maranhão, que tem trabalhado em parceria com a secretária de Vigilância em Saúde. Esses casos estão isolados e esperamos que haja uma contenção adequada para que essa variante não progrida no país”, disse.

Ele citou que já “há dados” que indicam sensibilidade da vacina da Pfizer a esta variante.


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