As próximas três sessões da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte (ALRN) serão decisivas para aprovação ou não da PEC da reforma da Previdência estadual. O Governo corre contra o tempo para tentar aprovar a matéria remotamente e alega que a urgência se dá em virtude de prazo previsto em portaria assinada em novembro de 2019 pelo então secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, hoje ministro do Desenvolvimento Regional.

Na batalha de informações, números e percentuais, o Governo afirma que será obrigado a aplicar, caso a reforma não seja aprovada até 31 de julho, as alíquotas estabelecidas na reforma federal. As categorias que integram o Fórum Estadual de Servidores Públicos contrargumentam que essa é uma “inverdade” propagada pela gestão Fátima e que, mesmo se houvesse essa obrigatoriedade, a reforma implantada pelo presidente Jair Bolsonaro é menos “cruel e perversa” do que a do governo da professora Fátima Bezerra (PT).

Sobre esse assunto, a seção “Cafezinho com César Santos” entrevista esta semana a presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público da Administração Direta do Estado do Rio Grande do Norte (SINPS/RN), Janeayre Souto. Veja Aqui