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A maioria da bancada de oito deputados do Rio Grande do Norte é contra o PL das fake news, nominada pelo oposição de PL da Censura, apenas os dois parlamentares do Partido dos Trabalhadores (PT) são favoráveis a aprovação da matéria, que não tem data para voltar à pauta de votação na Câmara Federal – os deputados Fernando Mineiro e Natália Bonavides.O deputado Robinson Faria (PL) também se declara contra o PL das fake news: “Minha posição é favor da liberdade de expressão, das prerrogativas dos parlamentares, de falar e se expressar em nome do povo, assim como sou contra à mordaça de opiniões e posições”. Pelo lado do governo, a deputada federal Natália Bonavides (PT) afirma que “só tem medo da verdade, quem lucra com a mentira”.

Segundo o BLOGDOBG apurou, além de Robinson Faria, os parlamentares João Maia, Benes Leocádio, Paulinho Freire, Sargento Gonçalves e Girão, também votariam contra o projeto.

Bonavides declarou que “precisamos aprovar o projeto que busca combater a veiculação de conteúdos de ódio nas redes. Entre nessa campanha e participe da mobilização por responsabilidade na internet”.

O deputado Fernando Mineiro disse que o PL 2630 “só é ruim pra quem dissemina fake news, desinformação e discurso de ódio nas redes”. Segundo ele, “o objetivo é responsabilizar não só os autores, mas também as plataformas pelos crimes online. O PL 2630 salva vidas, defende a liberdade, responsabilidade e transparência na Internet”.

Senado

No Senado Federal, os senadores Styvenson Valentim (Podemos) e Rogério Marinho (OL) anteciparam ser contra ao PL das fake news. A senadora Zenaide Maia (PSD) é minoria e se posiciona a favor dela: “Ninguém aqui está proibindo as pessoas de emitirem opiniões, mas divulgar mentiras e divulgar o ódio entre as pessoas”.

“Essas big techs resolveram não punir, não apurar responsabilidade, foram responsáveis por milhares de óbitos neste país, fazendo campanhas mentirosas contra as vacinas! Então eles não estão acima da lei – não estou nem falando que eles pagam zero de imposto aqui no Brasil -, são empresas que não têm o direito de ficar divulgando mentiras, prejudicando a população”, afirmou Zenaide, para quem “o cidadão também não pode estar estimulando o ódio, estimulando a mentira, e as empresas que ganham com isso têm que fiscalizar”.

Com informações de Tribuna do Norte