15/04/2023 15h10

A comitiva brasileira para viagem à China incluiu grupo de sindicalistas, da esquerda para a direita: Miguel Torres, da Força Sindical; Sérgio Nobre, da CUT; Moisés Selerges Júnior, dos Metalúrgicos do ABC; e Ricardo Patah, da União Geral dos Trabalhadores | Fotos: Jaélcio Santana/Força Sindical/Divulgação/CUT/Adonis Guerra/SMABC/Divulgação/UGTOs líderes sindicais que acompanharam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em viagem à China tiveram custos bancados pelo governo. O presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores), Sérgio Nobre, afirmou ao Poder360 que, além do voo bancado pelo Executivo, a organização dos demais custos da viagem foi feita pelo Itamaraty.

“A organização dos custos ficou com o Itamaraty. Então, da nossa parte, a gente veio cumprir agenda. Então, isso aí é com eles [Itamaraty]”, disse Nobre em entrevista.

O objetivo da viagem para os sindicalistas, segundo Nobre, foi abrir diálogo com empresas chinesas que desejam atuar ou atuem no Brasil, e fortalecer relações com os representantes de sindicatos chineses. Ele afirma que, ao compor a comitiva brasileira, os sindicalistas deram um “recado” importante sobre a atuação no país.

“As empresas que vão [investir] têm que saber que lá no Brasil tem os sindicatos, tem centrais sindicais organizadas. E é importante que todo conflito que surja da relação de emprego seja resolvido na mesa de negociação. [É] respeitar os sindicatos e organização sindical”, declarou.

A comitiva de Lula também incluiu Miguel Torres, presidente da Força Sindical, Ricardo Patah, presidente da UGT (União Geral dos Trabalhadores), e João Pedro Stédile, presidente do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra). Torres afirmou que representantes sindicais devem compor outras comitivas de viagens internacionais de Lula. Na viagem à China, Lula se reuniu com representantes de sindicatos chineses na manhã na 6ª feira (14.abr), em Pequim.

Com informações de Poder 360