Antes de constatar a raridade do seu tipo sanguíneo, o motorista do Centro de Hematologia e Hemoterapia do Ceará (Hemoce) Gildásio Costa, 41 anos, costumava fazer doações recorrentes na instituição, a fim de salvar outras vidas. No entanto, há quatro anos, o homem descobriu que possuía o sangue ‘U Negativo’, se tornando, assim, parte de um grupo seleto de pessoas que doam por convocação do hemocentro.

Gildásio conta ainda que, a partir do momento que descobriu a raridade do seu tipo sanguíneo, a frequência de doações que realizava teve de ser modificada, já que as bolsas têm uma validade. “O que mudou é que agora eu faço uma doação específica pra pessoa que tá precisando daquele tipo de sangue compatível com o meu”.