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Depois de o Palácio do Planalto anunciar que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) testou negativo para a Covid-19, a primeira-dama Michelle Bolsonaro informou que também não está infectada.

Os dois foram submetidos a exame após algumas pessoas do entorno de Bolsonaro contraírem a doença: o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, o ministro da Advocacia-Geral da União, Bruno Bianco, e o deputado federal Eduardo Bolsonaro, filho do capitão. Queiroga e Eduardo estiveram na última semana com o casal presidencial em Nova York, nos Estados Unidos, para a Assembleia-Geral da ONU.

Ao contrário de seu marido, Michelle tomou a vacina contra a Covid-19. No entanto, o imunizante da Pfizer não foi aplicado no Brasil, mas, sim, nos Estados Unidos, justamente durante a viagem para o evento da ONU.

Segundo o Palácio do Planalto, ela aceitou a oferta de um médico americano. “Perguntaram, e ela quis tomar. Conversei com ela, não consegui influenciar. Você pode ver, eu não tenho influência sobre ela. Decidiu e tomou”, explicou Bolsonaro. Oposicionistas criticam a primeira-dama por não ter usado a infraestrutura brasileira. A assessoria do Planalto destacou que Michelle “reitera a admiração e o respeito pelo SUS, em especial pelos profissionais da área, que se dedicam incansavelmente ao cuidado da saúde do povo”.

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