Em uma audiência virtual da Justiça do Pará, uma promotora atendeu ao telefone durante depoimento do réu em audiência. Segundo advogado presente, durante audiência de instrução e julgamento, ela não só atendeu à chamada como se alimentou, tirou selfie, gravava áudios e falava com outras pessoas.



Pelos fatos, o causídico encaminhou petição à corregedoria do CNJ, afirmando, entre outros pontos, que a promotora não mantém conduta ilibada, não zela pelo prestígio da Justiça nem pela dignidade de suas funções, não dá atenção aos atos processuais, nem adota providências quando presencia irregularidades.

Na peça, ele juntou fotos com o objetivo de demonstrar as atitudes da promotora.

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