Foto: Marcelo Montanini/Metrópoles

A sessão para eleição do próximo presidente da Câmara será às 19h de 2ª feira (1º/2). Apesar de o voto ser secreto, a Casa legislativa permitirá que os deputados levem celulares às cabines de votação. A informação é da Folha de S.Paulo.
Congressistas afirmaram ao jornal que registrarão, em fotos e vídeos, seus votos para “prestar conta a eleitores”. Alguns, como Bia Kicis (PSL-DF), alegam que fotografarão por “questão de segurança”.

A Casa não terá mecanismos de controle para verificar o que os congressistas levam às urnas no momento da votação. Também não há esclarecimentos sobre o que os deputados poderão levar, apenas uma “orientação geral” para que não portem celulares, diz o jornal.

Eleição na Câmara


Os principais candidatos a presidente são Arthur Lira (PP-AL) e Baleia Rossi (MDB-SP). Lira é líder do Centrão e tem apoio do governo. Aproximou-se de Jair Bolsonaro ao longo de 2020.

Baleia Rossi tem o apoio do grupo político do atual presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e das cúpulas dos principais partidos de esquerda.

Se a eleição fosse hoje é provável que Lira se elegesse. Até o dia da votação, pode haver mudança de cenário.

Além de Lira e Baleia, outros 7 deputados se colocam na disputa. Têm, porém, poucas chances de obter votação expressiva. Eis os nomes:

Fábio Ramalho (MDB-MG);

André Janones (Avante-MG);

Marcel Van Hattem (Novo-RS);

Alexandre Frota (PSDB-SP);

Luiza Erundina (Psol-SP);

General Peternelli (PSL-SP).

O deputado capitão Augusto (PL-SP) anunciou neste sábado (30) que desistiu de sua candidatura à presidência da Câmara.

Para vencer, é necessário ter ao menos 257 votos, se todos os 513 deputados votarem. Quem for eleito terá mandato de 2 anos.

Poder 360